Viver mais e melhor: Como a longevidade ativa redefine a qualidade de vida?

Veronyre Grugg
Veronyre Grugg
Viver mais e melhor é possível com longevidade ativa, segundo Ian dos Anjos Cunha, que mostra caminhos para qualidade de vida.

Na perspectiva de Ian Cunha, a longevidade deixou de ser apenas uma questão de aumento da expectativa de vida. Viver mais não significa, necessariamente, viver melhor. Diante do envelhecimento da população e das transformações no estilo de vida contemporâneo, cresce a importância do conceito de longevidade ativa, que valoriza autonomia, saúde e bem-estar ao longo dos anos.

Esse novo olhar sobre o envelhecimento coloca os hábitos diários no centro da discussão. Alimentação, movimento, saúde mental e relações sociais passam a ser entendidos como fatores determinantes para a construção de uma vida mais longa e com qualidade. Ao longo deste conteúdo, veremos como esses hábitos influenciam o processo de envelhecimento saudável.

Longevidade ativa vai além da ausência de doenças

Durante muito tempo, envelhecer bem foi associado apenas à ausência de enfermidades graves. Segundo Ian Cunha, hoje, esse conceito se amplia. A longevidade ativa envolve a capacidade de manter independência funcional, participação social e equilíbrio emocional, mesmo com o avanço da idade.

Como a longevidade ativa redefine a qualidade de vida? Ian dos Anjos Cunha explica e traz soluções práticas.
Como a longevidade ativa redefine a qualidade de vida? Ian dos Anjos Cunha explica e traz soluções práticas.

Esse modelo reconhece que o envelhecimento é um processo natural, mas que pode ser vivido de forma mais saudável quando há estímulo contínuo ao corpo e à mente. Manter-se ativo não significa negar as limitações do tempo, mas adaptar-se a elas com consciência e planejamento.

Hábitos saudáveis como base para uma vida longa

Os hábitos adotados ao longo da vida exercem influência direta sobre a longevidade, como explica Ian Cunha. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e sono de qualidade são pilares fundamentais para a manutenção da saúde física e metabólica.

Além disso, escolhas cotidianas, como reduzir o sedentarismo, evitar o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e gerenciar o estresse, impactam significativamente o envelhecimento. A consistência desses hábitos ao longo do tempo é mais determinante do que intervenções pontuais.

Por que a saúde mental é essencial para a longevidade?

A saúde mental desempenha papel central na longevidade ativa, influenciando comportamentos, relações e percepção do envelhecimento. Transtornos como ansiedade e depressão podem comprometer hábitos saudáveis e acelerar processos de adoecimento.

Para Ian Cunha, cuidar da mente envolve manter vínculos sociais, estimular o aprendizado contínuo e cultivar interesses ao longo da vida. Pessoas socialmente conectadas e mentalmente estimuladas tendem a envelhecer com mais equilíbrio emocional e maior sensação de propósito.

Fatores que contribuem para a longevidade ativa

A construção da longevidade ativa depende de uma combinação de fatores individuais e coletivos. Assim como aponta Ian Cunha, não se trata apenas de escolhas pessoais, mas também de acesso à informação, políticas públicas e ambientes que favoreçam hábitos saudáveis.

Entre os principais fatores que contribuem para uma vida longa e ativa, destacam-se:

  • Alimentação balanceada e adequada às necessidades individuais;
  • Prática regular de atividades físicas;
  • Qualidade do sono e recuperação do organismo;
  • Estímulo à saúde mental e emocional;
  • Manutenção de vínculos sociais e participação comunitária;

Esses elementos, quando integrados à rotina, favorecem um envelhecimento mais saudável e funcional.

O papel da prevenção na construção da longevidade

A prevenção é uma das estratégias mais eficazes para promover a longevidade ativa. Consultas regulares, exames preventivos e acompanhamento médico ajudam a identificar fatores de risco precocemente e a evitar o agravamento de doenças, como ressalta Ian Cunha.

Além disso, ações educativas voltadas à promoção da saúde contribuem para escolhas mais conscientes ao longo da vida. Investir em prevenção reduz custos com tratamentos futuros e melhora significativamente a qualidade de vida da população.

Longevidade ativa como responsabilidade individual e coletiva

Em última análise, embora as escolhas individuais sejam fundamentais, a longevidade ativa também depende de fatores estruturais. Acesso a espaços para atividade física, serviços de saúde de qualidade e políticas públicas voltadas ao envelhecimento saudável são essenciais.

Ao compreender a longevidade como um processo coletivo, a sociedade avança na construção de ambientes mais inclusivos e preparados para todas as fases da vida. Envelhecer bem deixa de ser um privilégio e passa a ser um objetivo compartilhado.

Autor: Veronyre Grugg

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