Elmar Juan Passos Varjão Bomfim comenta critérios de robustez em obras de infraestrutura de saúde

Veronyre Grugg
Veronyre Grugg
Elmar Juan Passos Varjão Bomfim explica os critérios de robustez essenciais em obras de infraestrutura de saúde.

Parâmetros técnicos que garantem funcionamento contínuo, segurança operacional e capacidade de adaptação em hospitais e unidades de alta complexidade

Elmar Juan Passos Varjão Bomfim atua em um contexto da engenharia no qual a robustez técnica se torna requisito central para a viabilidade das obras de infraestrutura de saúde. Hospitais de alta complexidade, centros de diagnóstico e unidades de pesquisa exigem soluções estruturais e operacionais capazes de garantir funcionamento contínuo, estabilidade física e previsibilidade ao longo de todo o ciclo de vida da edificação. Nesses empreendimentos, decisões técnicas assumem peso estratégico, pois qualquer interrupção impacta diretamente serviços essenciais.

A concepção dessas obras demanda uma abordagem diferente daquela aplicada a edificações convencionais. Estrutura, sistemas prediais e organização dos espaços precisam ser pensados de forma integrada desde as fases iniciais do projeto. A robustez, nesse cenário, não se limita à resistência dos materiais, mas envolve a capacidade do conjunto de operar com segurança mesmo diante de falhas pontuais, manutenções ou adaptações futuras.

Infraestrutura de saúde como sistema de operação contínua

Hospitais e unidades de saúde são projetados para funcionar de forma ininterrupta, o que impõe critérios técnicos mais rigorosos desde o dimensionamento estrutural até a definição dos sistemas de apoio. Conforme analisa Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, esse tipo de obra não admite paralisações prolongadas, o que exige margens adicionais de segurança e planejamento construtivo cuidadoso.

Conheça a visão de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim sobre como garantir solidez e eficiência em projetos de saúde.
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Essa condição influencia diretamente a concepção das estruturas. Cargas elevadas e concentradas, presença de equipamentos sensíveis e necessidade de ampliações futuras precisam ser consideradas de forma antecipada. Ao tratar a edificação como um sistema permanente, a engenharia reduz o risco de intervenções corretivas que comprometam a operação ao longo do tempo.

Redundância de sistemas como base da segurança operacional

A robustez técnica em obras de saúde se manifesta de maneira clara na forma como os sistemas prediais são concebidos. Sob a perspectiva de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, redes elétricas, hidráulicas, de gases medicinais e de climatização devem ser projetadas com redundância planejada, evitando dependência de soluções únicas que possam gerar interrupções críticas.

Essa abordagem exige compatibilização precisa entre disciplinas e definição clara de rotas alternativas, fontes secundárias e mecanismos de isolamento. A redundância não significa duplicação indiscriminada, mas sim escolhas técnicas equilibradas, capazes de manter a operação durante manutenções ou falhas localizadas. Quando bem dimensionados, esses sistemas aumentam a confiabilidade da infraestrutura e reduzem riscos operacionais ao longo da vida útil da obra.

Estabilidade estrutural diante de equipamentos e usos sensíveis

Além dos sistemas prediais, a estabilidade estrutural assume papel decisivo em obras de infraestrutura de saúde. Equipamentos de imagem, laboratórios de alta precisão e centros cirúrgicos impõem requisitos específicos relacionados a vibração, deformações e controle estrutural. Como observa Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, essas demandas precisam ser incorporadas ao projeto desde o início para evitar soluções improvisadas posteriormente.

O dimensionamento das estruturas deve considerar não apenas as cargas atuais, mas também possíveis atualizações tecnológicas. Lajes com maior capacidade de carga, espaços técnicos adequados e flexibilidade estrutural permitem adaptações futuras sem comprometer a segurança ou a operação da edificação. Esse cuidado reduz intervenções invasivas e preserva a continuidade dos serviços prestados.

Planejamento técnico e longevidade dos investimentos em saúde

A robustez em obras de infraestrutura de saúde está diretamente associada à longevidade do investimento. De acordo com Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, decisões técnicas tomadas nas fases iniciais do projeto influenciam significativamente o custo do ciclo de vida da edificação. Obras concebidas com critérios adequados tendem a demandar menos correções, apresentar maior previsibilidade operacional e manter desempenho consistente ao longo dos anos.

Nesse sentido, a engenharia assume um papel que vai além da execução física. O planejamento técnico precisa considerar durabilidade, facilidade de manutenção e capacidade de adaptação às mudanças do setor de saúde. Ao tratar essas obras como ativos críticos e permanentes, a engenharia contribui para a eficiência do investimento e para a segurança dos serviços oferecidos à população.

Autor: Veronyre Grugg

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